Afeiçoei-me a ele? Agora o que faço? - BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Afeiçoei-me a ele? Agora o que faço?

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Foi a Julieta, a minha secretária, que me avisou que eu não podia continuar a fazer apresentações nem reuniões na minha empresa sem mudar o visual. E realmente ela tinha razão. Eu sou o presidente de uma grande empresa e quase todas as semanas tenho de juntar várias pessoas para me ouvir. 

E desde que a Julieta me disse aquilo eu passei a reparar que as pessoas não ouvem nada do que digo. Eu subo ao palco e as pessoas passam o tempo todo a olhar para o meio das minhas calças a imaginar o que tenho.

Disse a Julieta, "o patrão não tem volume, compreende?", eu não percebi o que ela queria dizer, e perguntei, "volume'", e ela continuou, "é, volume, eu olho para o patrão e fico a pensar se tem as bolas no sitio, ou sequer se tem bolas", eu ainda não percebia, "mas que bolas?", e ela insistiu, "colhões, patrão, colhões".

Finalmente fazia-se luz!! ela queria dizer que quando eu discursava à frente daquelas pessoas todas não se notava o volume no meio das pernas, e a Julieta dizia, "pois é patrão, sendo o senhor o presidente da companhia as pessoas gostam de perceber que o senhor tem colhões e um pau grande para enfrentar as dificuldades, e não é só perceber, elas gostam de ver volume com contornos, e o patrão não tem".

A minha secretária tinha toda a razão, mas eu ainda fiz uma observação, "mas Julieta querida o que é preciso para ser presidente é ter inteligência e muita visão, muita força, não é ter um pénis grande e uns grandes colhões", porra!! que ela abanava a cabeça a dizer que não e que sim, foda-se!!

E ela continuava, "é verdade sim, mas para eles terem fé em si, confiança mesmo, o patrão tem de mostrar que tem um caralho grande e um grande par de colhões, senão não dá, eles ficam a olhar, a pensar se vai aguentar, e isso tira toda a atenção", foda-se que era verdade, a minha secretária muito sabe.

A Julieta é minha secretária há mais de vinte anos, quando mudei de empresa e me pediram para ser presidente desta eu disse logo que só ia se ela viesse comigo, eu fui bem claro e deixei logo isso no contrato, não posso fazer tudo sozinho e ela de mim conhecia tudo, o meu corpo nu, as minhas preferências por saunas, os meus medos e os meus choros, as minhas alegrias e vitórias, e o que sou no silêncio.

Eu sentia-me um pouco envergonhado, e disse, "mas Julieta tu sabes, o meu pénis é um pouco pequeno e colhões então? quase não tenho", mas ela respondeu quase violenta, "o patrão tem de fazer qualquer coisa, improvisar caralho!! mete boxers no sitio!", aquilo soou-me ao ouvido, "boxers?", e ela insistiu, "sim, o patrão mete no sitio umas boxers enroladas e todos vão ficar a pensar que tem uns grandes colhões".

A Julieta não desistia, "quando estiver a discursar, eles vão olhar e dizer, "eh pá, olha só para os tomates do patrão, agora sim, podemos confiar nele", eu ouvia e balbuciava, "mas tu sabes, os meus empregados mais chegados sabem que gosto que apanhar no cu, e se calhar vão estranhar, de repente eu aparecer com um volume tão grande, eles não vão acreditar".

Naquele dia eu fui para casa, a minha mulher percebeu que eu estava estranho, e ainda perguntou, "então, o que se passa querido?", e eu disse, "a Julieta disse que eu preciso de mostrar que tenho um pénis maior e bolas, foda-se!!, senão as pessoas vão pensar que não dou conta do recado", a minha mulher olhou para as minhas calças, e ouvia-a a dizer, "e ela tem razão, quem olha não vê nada, vão imaginar que és capado, e que não tens colhões, e é tudo verdade que eu bem sei, amor".

Depois a minha mulher continuou, "se não fossem os meus vibradores, e o rapaz da piscina, não sei o que seria de mim", eu não me sentia humilhado, eu estava habituado às infidelidades dela, e ela às minhas justificadas, eu ia dizendo, "a Julieta disse para pôr uma boxers enroladas para fazer volume", mas a minha mulher reagiu, "boxers? não, tens de pôr um caralho a fingir, eu tenho um de silicone e eu posso emprestar".

Só vos posso dizer que a partir desse dia a minha vida mudou, eu passei a andar com o caralho de silicone nas calças e reparei que todo o mundo olhava, eu me sentia até o melhor presidente da companhia, o caralho ganhou nome, eu chamava-o do "pequeno borrachinha", cada dia que passava mais ele fazia parte de mim.

Foda-se!! Até ao dia que aconteceu uma desgraça!!


Eu fui à casa de banho para mijar e não é que o "pequeno borrachinha" saltou, e eu pensei logo, caralho!! ele vai a caminho do mar.

E eu que me afeiçoei a ele!! Já não consigo enfrentar as pessoas sem o ter na minha companhia, o que será de mim quando as pessoas começarem a ver que perdi os colhões.

Por isso peço aqui a todos se algum dia encontrarem o meu "pequeno borrachinha" por favor digam aqui. Preciso muito dele. 

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