MENOS ROTINA E MAIS PRAZER - Biografias Eróticas

MENOS ROTINA E MAIS PRAZER

Nem todas as fantasias são eróticas, mas o erotismo é sempre fantasioso porque depende da invenção e do jogo. Peço que leiam este livro sem preconceitos nem sentimentos de culpa porque, como dizia Buñuel, «na imaginação não há delito» e, pelo contrário, crime é a pessoa refugiar-se na rotina.

Para o sexólogo Havelock Ellis, é até uma prática aconselhável ler um texto picante: «Nós, os adultos, temos necessidade da literatura obscena do mesmo modo que as crianças precisam dos contos de fadas, para nos libertarmos da força das convenções.» 

Se, no campo da literatura erótica, o leitor não foi muito mais longe do que da indubitável carga morbífica contida na narração de Branca de Neve e os Sete Anões, aqui poderá avançar para novas e inesperadas fronteiras sensoriais através de um amplo catálogo de indecências. 

Ser-lhe-ão muito úteis para o inspirarem, o excitarem, o fazerem rir, o surpreenderem e, até, o escandalizarem. 

Encontrará aqui, sobretudo, ideias para aumentar o gozo, próprio e alheio. 

Roser Amills, com muito sentido de humor e meticulosidade, disseca e classifica as fantasias de mil personalidades célebres. (as 1001 fantasias mais eróticas)

E o leitor, se me permite o conselho, deveria ultrapassar a fascinação inicial do entomólogo e deixar-se inspirar pelos prazeres carnais aqui referidos. Verá então com que facilidade vai dar rédea solta à sua imaginação mais abrasadora.

Susanna Griso
Comunicadora

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