O Tino é um rapaz querido - Biografias Eróticas
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O Tino é um rapaz querido

Soubemos que o Tino tinha contado ao Padre Rafael que eu e o Fragoso tínhamos fugido do colégio interno para sair à noite. A vida do colégio para quem como nós lá ficava fechado ao fim-de-semana já era difícil, e por isso ficámos chateados por ter um colega de internato a fazer aquele papel. 

Fomos castigados, e eu acabei ainda enrabado pelo Padre Rafael, um velho porco, com manias de grandeza e poder. Nós por sua vez vingámo-nos no Tino, com o Fragoso a enrabá-lo quando o apanhámos no chuveiro comum.

Naquela altura, o Fragoso andava furioso e queria era despachar a coisa, de modo que senti que a enrabadela que deu no Tino deu-me mais prazer a mim vendo-os do que a ele ou até ao Tino.
Tinha-me dado um tesão enorme, quase me vim só de vê-los, o Fragoso com o pénis teso e rijo, a penetrar o cu pequenino do Tino. Não sei queria comê-los aos dois, o Tino por aquele rabinho e corpo franzino como de um menino ainda mais do que era, e o Fragoso por aquilo que tinha no meio das pernas.

Desde que o vira a ser comido não deixava de pensar nele, sabia que o Tino tinha aquele ar medroso, mesmo de ser, e que o que fizera era mais obra do Padre Rafael do que dele próprio. Sabia também do pouco que sabia dele, que a família não lhe dava suficiente apoio, nem tinha meios para fazer frente ao Padre Rafael. 

Não sendo de famílias ricas, era mais um daqueles pobres alunos que tinham sido recolhidos para lhe dar a oportunidade de uma educação mais decente. E por isso pensava e compreendia a sua atitude e fraqueza. Mas desejava-a e queria tê-lo no meu quarto e na minha cama.

Rodeei-o durante dias, tentando que deixasse de ter medo de mim, até que o apanhei à saída do banho matinal. Faltava ainda talvez uma hora para descermos para o pequeno almoço. Disse-lhe ao ouvido, rápido e certeiro, anda comigo ao meu quarto, acedendo  a entrar tranquilo.

Disse-lhe palavras de adulto "sabes que te quero?", "acho que sim, não páras de olhar para mim nos últimos dias", disse. Sentia-lhe o cheiro doce do corpo lavado de encontro ao meu, os nossos corpos molhados do banho, os cabelos húmidos em conluio com a boca e os olhos, deixámos cair as toalhas que nos cobriam, e caímos na cama.

"Agora?", disse-me ele. "Porque não, podemos depois rir-nos no recreio", respondi. Ele tinha os amigos dele e eu os meus, mas sabíamos que nos divertíamos com os olhos e os sorrisos, ele desceu sobre mim procurando o meu caralho, agarrou-o e mamou-o como um presente desejado e querido. 

O corpo dele, a pele macia, encontrou-se com a minha, e beijava-lhe o corpo, friccionava-lhe o ânus, abria-lhe as nádegas de menino, corria-lhe as mãos de baixo a cima, costas, cabelo, cabeça, rabo, a empurrar as ancas para dentro dele em harmonia com o cu dele a abrir-se para mim.

De que me lembre não fiz nada, ele correu para baixo de mim, unimos os nossos corpos, e o meu pénis penetrou-o no cu. Retesava as minhas ancas a subir e a descer dentro dele ao som dos gemidos de prazer dele e do rabo empinado a receber-me todo. Procurou-me a boca e beijei-o, as nossas línguas húmidas misturadas com os nossos cabelos, uma peça única num movimento e sentido perfeito.

Queria mais, o tempo era curto, corriam alunos e padres nos corredores, e nós ali, como no céu, a comer-mo-nos um ao outro, corpos singelos unidos pelo desejo, a vir-me doido para cima dele, ao som de orgasmos definidos o meu e o dele.

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